Projeto Transnordestina

O Ministério da Integração Nacional é responsável pelo financiamento de quase 70% da Transnordestina, uma vez que administra os recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), do Fundo de Investimentos do Nordeste (FINOR) e do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). A ferrovia, de 1.728 km, vai ligar a Cidade de Eliseu Martins (PI) aos portos de Suape (PE) e Pecém (CE). O empreendimento, com mais de 11 mil postos de trabalho, está sendo implantado pela concessionária Transnordestina Logística S/A. No âmbito do Governo Federal, é de responsabilidade de três ministérios (Integração Nacional, Transportes e Planejamento).

O empreendimento já aglutina uma massa significativa de trabalhadores e a cada período esse número aumenta a passos largos, criando oportunidades de trabalho na região Nordestina, principalmente priorizando a mão-de-obra local, gerando emprego, renda e qualificação desse contingente de trabalhadores.

A Transnordestina promove o desenvolvimento socioeconômico da região, garantindo um empreendimento sustentável que respeita às comunidades, ao meio ambiente e à legislação vigente.

Construir uma solução logística integrada para atender as regiões nordeste e centro-oeste do Brasil com foco no agronegócio e na indústria mineral é a premissa do projeto, que segundo estimativas do Banco do Nordeste, durante o período de implantação e operação do projeto da Ferrovia Nova Transnordestina há perspectivas de geração de pelo menos 500 mil empregos diretos e indiretos, com impactos em diversos setores da economia regional, particularmente nos segmentos de construção civil (durante o período de construção), agropecuário e  rodoviário. Em termos espaciais, os novos postos de trabalho centrar-se-ão nas áreas dos cerrados e do semi-árido nordestino.